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5 sinais de anormalidade para você prestar atenção quando estiver analisado uma imunofenotipagem

Você precisa ficar de olho nesses 5 sinais quando estiver analisando casos de neoplasias hematológicas, ok?

1 – Ausência de antígenos normais

Bem comum em neoplasias de linfócitos T, é possível que uma célula doente perca antígenos. No caso abaixo, vemos uma população de linfócitos T que perdeu a expressão de CD7, por exemplo.

2 – Presença de antígenos anormais

De encontro ao primeiro sinal de anormalidade, é possível ainda que células doentes comecem a expressar antígenos que não são vistos em células normais. No exemplo abaixo podemos ver uma célula CD34+ (stem cell) que expressa um marcador de linhagem granulocítica (CD13) e outro de linhagem linfoide B (CD19+). Mas você sabe que não existe nenhuma célula granulocítica e linfoide ao mesmo tempo, certo? Então isso aqui indica anormalidade nessa população de células.

3 – Tamanho anormal de células

Como você já aprendeu no HemoFlow, a citometria de fluxo é capaz de separar células de diversas formas, uma delas é pelo tamanho dessas células. Sendo assim, no exemplo abaixo, temos células linfoides B normais (em vermelho) e uma população de células que também expressam CD19 mas que são maiores (SSC maior) do que a população normal.

4 – Populações restritas

5 – Aumento do número/frequência de populações

Por fim, é possível que haja alguma anormalidade quando encontramos uma população celular aumentada em quantidade/frequência. Por exemplo, provavelmente não é normal que um paciente saudável tenha 87% de linfócitos B.

Gostou desse conteúdo? Você pode acompanhar nossas puplicações no nosso perfil do Instagram @HemoFlow

Gráficos: software Kaluza – Beckman Coultersaiba mais

Como eu posso utilizar citometria de fluxo no laboratório clínico?

A citometria de fluxo é uma técnica plural que consegue auxiliar tanto no contexto clínico, como no de pesquisa científica. Porém, nesses dois cenários, duas aplicações são um pouco diferentes. Você sabia disso?

Quando falamos em citometria de fluxo no laboratório clínico, devemos pensar nas seguintes aplicações:

  • Imunofenotipagem para classificação de neoplasias hematológicas
  • Hemoglobinúria Paroxística Noturna, a famosa HPN
  • Quantificação de células CD34 para transplantes de medula óssea
  • Acompanhamento de pacientes imunossuprimidos
  • Avaliação plaquetária
  • Cross-match para transplantes
  • Reprodução humana

Imunofenotipagem para diagnóstico de neoplasias hematológicas

Utilizando a citometria de fluxo, é possível avaliar as células hematológicas de maneira mais profunda, quando comparada com a análise citomorfológica. Isso porque conseguimos avaliar marcadores expressos por essas células, sendo capaz de classifica-las e quantifica-las quanto a linhagem e grau maturativo, além de observar alguns sinais que indicam anormalidade celular.

Por fim, é possível dizer: existem X% de células da linhagem Y que são anômalas, o que é indicativo da doença W.

Aliás, você sabe a diferença entre leucemias e linfomas? Podemos te ajudar, clica aqui.

Hemoglobinúria Paroxística Noturna, a famosa HPN

A HPN é uma anemia hemolítica adquirida que ocorre pela deficiência de uma proteína na superfície das células hematológicas. Havendo essa deficiência, algumas proteínas, como o CD55 e o CD59, não conseguem se ligar as células, o que leva-as a morte.

Podemos verificar e quantificar, por citometria de fluxo, a existência e o tamanho do clone de células anormais.

Para saber mais sobre a HPN, você pode dar uma olhada aqui.

Quantificação de células CD34

Você já deve ter ouvido falar que existem células da medula óssea que são “células mãe”, ou seja, células indiferenciadas que podem gerar todos os tipos celulares. Essas células são chamadas de “stem cells“. Elas são positivas para CD34.

Quando realiza-se um transplante de medula óssea, é necessário infundir no paciente células saudáveis que repovoem a medula óssea dele. Para isso, utilizam-se células CD34 (stem cells). Elas irão repovoar a medula óssea do paciente e se diferenciar em todas as linhagens hematopoéticas.

Beleza, mas o que a citometria tem a ver com isso? Utilizando a citometria de fluxo, podemos quantificar essas células CD34 antes que sejam infundidas no paciente, por exemplo. Dessa maneira os médicos são capazes de dizer se existem células suficientes para serem transplantadas.

Acompanhamento de pacientes imunossuprimidos

Uma das principais aplicações da citometria no laboratório clínico é a quantificação de linfócitos T auxiliares (CD4) e T citotóxicos (CD8) em amostras de pacientes imunossuprimidos, principalmente portadores do vírus HIV. Fizemos um conteúdo completo sobre isso na nossa coluna sobre citometria de fluxo na Revista NewsLab. A matéria completa você encontra aqui.

Avaliação plaquetária

O estudo de plaquetas por citometria avalia qualitativa e quantitativamente a expressão de receptores de superfície plaquetária.

As plaquetas são marcadas com anticorpos monoclonais fluorescentes. Essa fluorescência é medida e a intensidade da luz emitida é diretamente proporcional ao número de anticorpos ligado aos receptores / antígenos plaquetários. Essa aplicação no da citometria pode auxiliar no diagnóstico de vários distúrbios plaquetários herdados e adquiridos; como doença de Bernard Soulier, doença de von Willebrand, doença de Glanzman e entre outras.

Cross-match para transplantes

Essa aplicação aqui é utilizada no transplante de orgãos sólidos!

A técnica de cross-matching por citometria envolve a mistura de linfócitos do doador, soro imunológico do receptor e anticorpos marcados com fluorescência em um único tubo. Os anticorpos utilizados são específicos para o HLA doador e vários marcadores específicos de células T e células B (por exemplo, CD3, CD5 e CD8 para células T e CD19 e CD20 para células B).

Dessa maneira, os linfócitos do doador podem interagir com os anticorpos do receptor. Caso haja ligação entre eles, temos um cross-match positivo.

Reprodução humana

Essa talvez seja a aplicação mais recente da citometria de fluxo no laboratório clínico.

A técnica pode avaliar espermatozóides em diversos tipos de ensaios, como por exemplo: análise de viabilidade e status acrossomal.

Quer saber mais sobre essa nova aplicação? Da uma olhada nesse conteúdo.

Você sabe o que é DRM?

Você sabe o que é Doença Residual Mínima, também conhecida como DRM?

Nesse último vídeo da série de conhecimento BD que estamos fazendo no HemoFlow você poderá aprender sobre: O que é DRM, Sua relevância clínica, Quais métodos permitem a quantificação, dicas de como produzir um laudo confiável e muito mais!

Gostou do conteúdo BD? Deixe nos comentários o que aprendeu sobre DRM.

Quer saber mais? Só clicar aqui.

*PARCERIA PAGA*

Citometria com Imagem

você já imaginou poder ver suas células passando pelo citômetro em tempo real?

pois é, isso já é possível!

a citometria de fluxo com imagem foi um tema bastante discutido na Cyto e eu fiquei MUITO animada por poder ver essa tecnologia de perto!

beleza, mas pra que serve?

  • avaliar expressão antigênica na célula

analisando a imagem é possível localizar espacialmente a expressão antigênica de cada célula individualmente, além de verificar coexpressões.

  • verificação das células separadamente nas populações

evitando falso-positivo e falso-negativo

  • vizualizar interação entre células

  • vesículas extracelulares

  • ciclo celular e mitose

E DIVERSAS OUTRAS APLICAÇÕES!

vocês ainda vão ouvir falar muito sobre isso…

Tubos secos – BD

Vocês estão acompanhando uma série de vídeos da BD aqui no HemoFlow, onde estão sendo mostrados algumas das soluções que a BD oferece para os seus clientes.

Nesse vídeo vocês vão poder ver sobre: padronização otimizada para imunofenotipagem, alguns passos do processo, além de dicas que podem ajudar a aprimorar o manuseio das suas amostras.

Se você ainda não viu os outros vídeos, volte alguns posts e confira!

Saiba mais sobre a BD clicando no link https://bit.ly/3tT1y3u

Já imaginou ver as células em tempo real enquanto elas passam pelo citômetro de fluxo?

Isso mesmooooo! Em breve isso será possível, wow

O BD CellViewTM chegou para ampliar o poder experimental da citometria de fluxo, trazendo insights morfológicos e espaciais a cada experimento.

Visualize a diferença clicando aqui e inscreva-se para estar sempre atualizado sobre essa tecnologia revolucionária.

Você não vai ficar de fora dessa, né?

Congressos e Eventos 2022

Confira aqui os principais congressos e eventos sobre citometria de fluxo em 2022

Criamos uma lista com os principais congressos e eventos de 2022!
Assim você não irá perder nenhum prazo e data, yay

Confira:

ISLH Meeting (25 a 27 de Maio)

Local: Bolonha, Itália
Modalidade: Presencial
Inscrições: abertas
Submissão de trabalhos: até 04/02
Língua: Inglês
Site: https://www.islh.org/2022/

CYTO 2022 (3 a 7 de Junho) International Society for Advancement of Cytometry

Local: Philadelphia, EUA
Modalidade: Presencial
Inscrições: Abertas
Submissão de trabalhos: até 01/03
Língua: Inglês
Site: https://lnkd.in/dwWSGwrZ

ESCCA Conference (21 a 24 de Setembro) ESCCA

Local: Belfast, Irlanda do Norte
Modalidade: Presencial
Inscrições: a partir de 15/05
Submissão de trabalhos: a partir de 15/05
Língua: Inglês
Site: https://lnkd.in/d-QuKMd

Congresso SBPC/ML (7 a 10 de Outubro) Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Local: Florianópolis/SC, Brasil
Modalidade: Presencial
Inscrições: em breve
Submissão de trabalhos: em breve
Língua: Português
Site: https://lnkd.in/dK9NpyY

ICCS Meeting (21 a 25 de Outubro) The ICCS International Clinical Cytometry Society

Local: Montreal, Canadá
Modalidade: Presencial
Inscrições: a partir de 01/06
Submissão de trabalhos: a partir de 01/06
Língua: Inglês
Site: https://lnkd.in/dUMG_Yqk

HEMO 2022 (26 a 29 de Outubro) ABHH Oficial

Local: São Paulo/SP, Brasil
Modalidade: Presencial
Inscrições: em breve
Submissão de trabalhos: em breve
Língua: Português
Site: https://lnkd.in/dwHJaYK9

#citometriadefluxo#hemoflow#flowcytometry

Imunofenotipagem & Morfologia

Parte 1 – Linfócitos

Por: HemoFlow e @barbaracaldas_hematologia

Viu células cabeludas no hemograma?

Imagem cedida por Bárbara Caldas (@barbaracaldas_hematologia)

Na imunofenotipagem você terá que avaliar os linfócitos B.

Tricoleucemia ou Linfoma de Zona Marginal Esplênico?

Você vai precisar diferenciá-los

É recomendado utilizar os marcadores CD11c, CD20, CD22, CD23, CD25, CD103, CD123!

CD5 positivo? LLC vs Linfoma do Manto

Linfócitos grandes com grânulos?

Imagem cedida por Bárbara Caldas (@barbaracaldas_hematologia)

Os linfócitos grandes com gânulos (LGL) são encontrados normalmente, porém caso estejam em grande número ou em situações de leucopenia com neutropenia, devemos desconfiar…

Caso isso ocorra, na imunofenotipagem você terá que ficar de olho se há população de linfócitos T CD3+ que são CD8+ e CD57+ e tˆêm expressão aberrante de CD5 e/ou CD7.

Lembrando que a amostra mais recomendada para avaliação de linfócitos T é o sangue periférico, ok?

Linfócito com núcleo clivado

A presença de linfócitos com núcleo clivado geralmente está associada ao linfoma folicular.

A alteração morfológica pode ser muito sutil e nem sempre haverá linfocitose.

Na imunofenotipagem, provavelmente você verá uma população de linfócitos B maduros com CD20 e CD22 de forte expressão e que são CD10+

IMPORTANTE: fique atento, pois pode haver uma população de linfo B normal e uma pequena população anômala, tá?

Lâmina azulada com Rouleaux?

Será uma neoplasia de células plasmocitárias?

Podemos encontrar plasmócitos no hemograma, mas isso raramente acontece, ok?

Será necessária uma avaliação da medula óssea para auxiliar no diagnóstico.

Na imunofenotipagem, você terá que fazer a análise dos plasmócitos, avaliando marcações anômalas e restrição de cadeias Kappa/Lambda.

DICA: observa também os linfócitos B para não deixar passar um Linfoma Linfoplasmocítico/Waldenstrom, ok?

Plasmócito
Rouleaux
A diferença de coloração que pode indicar neoplasia de células plasmocitárias. Na esquerda uma lâmina normal, na direita uma lâmina de um paciente com Mieloma Múltiplo.

Para mais posts, @hemoflow e @barbaracaldas_hematologia no Instagram.