Aprenda o normal para identificar o anormal!

Aprenda o padrão de normalidade, seja da morfologia, da imunofenotipagem ou de qualquer outra metodologia.

Dessa maneira você será capaz de identificar claramente quando algo sair do padrão, mesmo que você não consiga identificar qual a alteração!

Não pule etapas! Aprender a normalidade é a base de qualquer bom analista.

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Patologia não é sinônimo de doença!

Isso mesmo, cuidado com o significado das palavras que você usa.

Muito provavelmente você já utilizou os dois termos como sinônimos, seja para não repetir algum termo ou para tentar passar mais seriedade numa apresentação, por exemplo.

Porém, os dois termos têm significados diferentes:

PATOLOGIA:

Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo

Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença.

DOENÇA:

Alteração biológica do estado de saúde de um ser (homem, animal etc.), manifestada por um conjunto de sintomas perceptíveis ou não; enfermidade, mal, moléstia.

Por isso, ao invés de utilizar:

“A LMA é uma patologia…”

“Qual patologia vocês estão vendo na foto?”

Utilize:

“A LMA é uma neoplasia…”

“A LMA é uma doença…”

“A foto é indicativa de qual doença?”

LEMBRE-SE: FALAR DIFÍCIL NÃO LHE TORNA ESPECIALISTA

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Não se diferencia blastos só com morfologia

Não confie em quem diz que consegue classificar blastos somente pela morfologia!

Para diagnóstico oncohematológico, sempre devemos correlacionar exames para conclusão do caso clínico.

A imunofenotipagem é capaz de classificar corretamente os blastos e indicar a que linhagem eles pertencem!

Assim, juntamente com a morfologia, anatomia patológica e genética, consegue-se elucidar o diagnóstico do paciente.

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Revistas Científicas importantes para Citometria de Fluxo

Hey, HemoFlowers

Hoje trouxemos 3 revistas científicas muito interessantes para quem quer estar por dentro das novidades em citometria de fluxo.

A primeira delas é a Cytometry part A.

Mais voltada para artigos em pesquisa científica, ela tem fator de impacto 4.355 e está ligada ao ISAC (Internacional Society for Advancement of Cytometry).

Outra revista muito relevante na área é a Cytometry part B.

Ela, por sua vez, traz publicações relevantes na citometria de fluxo para diagnóstico clínico.

Por fim, temos também a Revista Internacional de Hematologia Laboratorial.

Vinculada à Sociedade Internacional de Hematologia Laboratorial (ISLH), a revista traz artigos em diversos temas, incluindo citometria de fluxo.

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